Preciso estar em um relacionamento para fazer análise?
Não. A vida afetiva pode ser trabalhada durante um relacionamento, após um término ou mesmo quando a mulher está solteira e deseja compreender melhor sua forma de se relacionar.
Um espaço de escuta para mulheres que desejam compreender os padrões que aparecem em sua vida afetiva e encontrar novas formas de se posicionar no amor — sem precisar se perder de si para sustentar uma relação.
Atendimento individual e online • 1 hora
Algumas relações terminam, outras começam. As pessoas podem ser completamente diferentes e, ainda assim, certas sensações parecem voltar.
Pode mudar o parceiro e mudar a história, mas permanecer a dificuldade de se posicionar, o medo de perder, a necessidade de ser escolhida ou a sensação de estar sustentando mais da relação do que gostaria.
Por isso, nem sempre a repetição está no tipo de pessoa que encontramos.
Às vezes, ela aparece no lugar que voltamos a ocupar quando amamos.
Perceber esse lugar muda a pergunta.
Em vez de olhar apenas para “por que isso sempre acontece comigo?”, começamos também a perguntar:
“O que acontece comigo dentro de uma relação?”
A gente não começa a aprender sobre amor quando começa a namorar.
Quando chegamos à vida adulta, já vivemos experiências de vínculo, presença, ausência, reconhecimento, frustração e pertencimento.
Também fazemos parte de uma história familiar que começou antes de nós.
Isso não significa que uma mulher esteja condenada a repetir o relacionamento dos pais ou que exista uma explicação simples para suas escolhas.
Significa apenas que algumas formas de sentir, esperar e se relacionar podem ter uma história que ainda não conseguimos reconhecer.
Na análise, essa história pode começar a ganhar palavras e sentido.
Reconhecer de onde veio não muda o que aconteceu antes da gente.
Mas pode mudar o que acontece a partir da gente.
Para mulheres que desejam compreender melhor sua vida afetiva e percebem questões como:

padrões que parecem se repetir nos relacionamentos;

dificuldade de colocar limites ou se posicionar;

medo de perder a relação ou de ficar sozinha;

dependência emocional;

dificuldade para elaborar términos;

sensação de se deixar em segundo plano quando ama.
Não é preciso estar vivendo uma crise — nem estar atualmente em um relacionamento — para começar uma análise.
Sou Gisele Bezerra, psicanalista, consteladora familiar e Master em Dependência Emocional, com certificação internacional e certificação MEC.*
Meu trabalho é acompanhar mulheres que desejam compreender com mais profundidade sua história emocional, seus relacionamentos e a forma como se posicionam quando amam.
Meu olhar tem a psicanálise como base e considera também a história emocional e familiar de cada mulher.
Não para encontrar culpados no passado.
Mas para compreender aquilo que ainda participa do presente.
Nem tudo começou em nós. Mas podemos olhar para aquilo que não queremos continuar repetindo.
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Não. A vida afetiva pode ser trabalhada durante um relacionamento, após um término ou mesmo quando a mulher está solteira e deseja compreender melhor sua forma de se relacionar.
Não. Esse é o principal território desta comunicação, mas a análise permite trabalhar diferentes questões que fazem parte da história e da vida emocional de cada paciente.
A frequência é definida considerando o processo e as necessidades de cada paciente.
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Após a escolha do horário, você recebe as orientações de pagamento. A reserva da sessão é confirmada após o pagamento.
Se você percebe que algumas histórias continuam levando aos mesmos lugares emocionais, a análise pode ser um espaço para começar a olhar para isso com mais profundidade.
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